Fiscal
O pecado agora tem alíquota: o Imposto Seletivo

(Imagem: Go Further)
O pecado entrou no calendário fiscal
A Reforma Tributária ganhou mais um capítulo na quarta-feira (4). O governo publicou a Medida Provisória nº 1.399/2026, que estabelece as alíquotas do Imposto Seletivo, conhecido como “imposto do pecado”, com cobrança prevista para 2 de fevereiro de 2027.
O tributo alcançará produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. A medida tem força de lei, mas ainda depende de análise do Congresso Nacional.
Quando o pecado entra na conta das empresas, o que acontece?
- Setores alcançados: bebidas alcoólicas e açucaradas, cigarros, veículos, aeronaves, embarcações e loterias estão entre os produtos e atividades abrangidos. Bens minerais terão alíquota zero em 2027;
- Mudança de impostos: o Imposto Seletivo é diferente do IPI, mas as alíquotas de 2027 foram calculadas para preservar, em termos gerais, a tributação atual;
- Novos prazos: as regras são transitórias. Até 31 de maio de 2027, o governo deverá encaminhar ao Congresso uma proposta com as alíquotas aplicáveis a partir de 2028;
- Planejamento fiscal: empresas afetadas precisarão revisar classificações, cálculos e processos para evitar recolhimentos incorretos e impactos financeiros.
A mudança não significa necessariamente mais impostos, mas exige atenção à forma de apuração e aos efeitos sobre cada operação.
A questão é: Você já fez a projeção e planejamento dos impactos financeiros da sua operação?
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Economia
Copom guardou a tesoura: Selic fica em 13,75%

(Imagem: moneytimes)
Os cortes deram uma pausa, mas o custo do dinheiro não tirou folga!
Depois de cinco reduções consecutivas, o Banco Central decidiu interromper os cortes na taxa básica de juros. Na quarta-feira (4),o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 13,75% ao ano, por decisão unânime.
A decisão veio diante das expectativas de inflação acima da meta, da instabilidade cambial e das incertezas internacionais, incluindo a pressão sobre os preços do petróleo. O Banco Central também elevou sua projeção de inflação para 5,6% em 2026 e não indicou quando poderá retomar os cortes.
Mas se os juros pararam de cair, quem continua fazendo as contas?
- Crédito empresarial: empréstimos e financiamentos tendem a continuar caros, exigindo atenção ao endividamento e ao capital de giro;
- Consumo das famílias: juros elevados encarecem o crédito e as compras parceladas, podendo reduzir a demanda e afetar as vendas;
- Alavancagem financeira: investir com empréstimos sem uma operação financeiramente saudável, controle de custos e planejamento do caixa pode elevar o endividamento, comprometer a capacidade de pagamento e até colocar a continuidade da empresa em risco;
- Fluxo de caixa: despesas financeiras elevadas pressionam margens e exigem maior controle sobre pagamentos, prazos e reservas.
A pausa busca conter a inflação, mas também pode prolongar um cenário de crédito restritivo e crescimento econômico mais lento, prejudicando economicamente algumas empresas.
A questão é: se os juros não diminuem, sua empresa consegue manter os planos de crescimento sem comprometer o caixa?
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#Fastermoment
Para se informar: Imposto Seletivo: o que entra na conta?
Para assistir: Brasil em perspectiva: entenda o cenário atual
Para ir além: Clareza nos números, confiança nas decisões
Tecnologia
Figma desenha crescimento: receita avança 43%

(Imagem: barrons)
O resultado saiu da prancheta, mas o balanço ainda tem camadas
A Figma, plataforma de design e desenvolvimento de produtos digitais, divulgou na quarta-feira (4) seus resultados do terceiro trimestre de 2026. A empresa registrou receita de US$ 391,4 milhões, crescimento de 43% em relação ao mesmo período de 2025.
A expansão foi impulsionada pelo aumento de contratos e pela adoção de ferramentas de inteligência artificial. Apesar do avanço, a companhia apresentou prejuízo líquido contábil de US$ 81,3 milhões, enquanto o lucro ajustado alcançou US$ 53,7 milhões.
Mas será que o lucro acompanhou o desenho do crescimento?
- Expansão comercial: a Figma alcançou 16.566 clientes com receita recorrente anual individual superior a US$ 10 mil, ampliando sua base de contratos;
- Rentabilidade: o lucro bruto cresceu 65%, chegando a US$ 314,4 milhões, com margem bruta de 80%;
- Geração de caixa: as atividades operacionais geraram US$ 48,4 milhões em caixa, mostrando um resultado positivo nesse indicador;
- Perspectivas para 2026: a empresa elevou sua previsão de receita anual para aproximadamente US$ 1,5 bilhão, apostando na continuidade da expansão.
O desempenho mostra que crescer em faturamento não significa necessariamente apresentar lucro contábil, tornando essencial acompanhar custos, margens e geração de caixa.
A questão é: sua empresa está apenas aumentando a receita ou transformando esse crescimento em resultados financeiros sustentáveis?
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Tecnologia
Canva em nova versão: o design da operação precisou de ajustes

(Imagem: aichatdaily)
Depois de uma década de expansão, até o modelo de gestão precisou passar por revisão
O mercado imobiliário também está entrando na nova dinâmica fiscal da Reforma Tributária.
A partir de 1º de dezembro de 2026, o cronograma estabelecido pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do IBS prevê a obrigatoriedade da NFS-e para operações de locação, cessão onerosa e arrendamento de imóveis, observadas as regras de enquadramento.
A medida faz parte da adaptação documental às regras de IBS e CBS.
Contribuintes do Simples Nacional e pessoas físicas possuem cronogramas específicos que alcançam janeiro de 2027.
Quando a crise entra no projeto, não basta mudar o layout. O que precisa ser ajustado?
- Corte de custos: revisar despesas e eliminar desperdícios pode ajudar a preservar margens e evitar problemas financeiros;
- Reestruturação: o Canva pretende integrar equipes, reduzir níveis hierárquicos e simplificar processos para ganhar eficiência;
- Gestão financeira: acompanhar receitas, despesas e projeções de caixa permite identificar desequilíbrios antes que comprometam a operação;
- Riscos operacionais: reduzir equipes sem planejamento pode comprometer entregas, produtividade e a capacidade de recuperação.
Cortar custos pode ser necessário em períodos de desaceleração, mas economizar sem planejamento também pode sair caro.
A questão é: sua empresa sabe onde pode reduzir despesas sem comprometer a própria capacidade de crescer?
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Cibersegurança
Vaga falsa, invasão real: hackers passaram no processo seletivo?

(Imagem: Folha)
A entrevista parecia uma oportunidade, mas a falha de segurança cobrou um salário alto!
Uma falsa entrevista de emprego esteve entre as estratégias utilizadas por hackers para invadir os sistemas da Binance. O caso foi detalhado pela empresa na terça-feira (3),após um ataque ocorrido em 29 de outubro.
Segundo a investigação inicial, criminosos se passaram por recrutadores de uma empresa fictícia e convenceram um engenheiro de software a baixar um teste técnico contendo código malicioso. A invasão envolveu ainda credenciais comprometidas e uma ferramenta interna de inteligência artificial.
Mas quando o assunto é segurança, quem está passando pelos filtros da sua empresa?
- Engenharia social: criminosos simulam situações legítimas para conquistar a confiança dos profissionais e obter acesso a informações;
- Softwares maliciosos: arquivos e programas aparentemente confiáveis podem comprometer dispositivos e abrir caminho para invasões;
- Acessos corporativos: credenciais roubadas e permissões excessivas podem permitir que uma falha se espalhe por diferentes sistemas;
- Prevenção e monitoramento: controlar instalações, limitar acessos e acompanhar atividades suspeitas ajuda a reduzir a exposição das empresas.
O episódio mostra que a segurança digital não depende apenas da tecnologia, mas também dos processos e das pessoas que a utilizam.
A questão é: sua empresa está preparada para identificar uma ameaça antes que ela encontre uma porta aberta?
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Imposto do pecado? Pecado mesmo é errar na apuração!
O Imposto Seletivo está chegando e, com ele, novas regras para a tributação das empresas.
Revisar cálculos, acompanhar a legislação e avaliar impactos financeiros serão etapas importantes para manter a operação preparada.
Sua empresa não precisa enfrentar essa complexidade Fiscal sozinha.
A Go Further acompanha as mudanças da legislação tributária, oferecendo orientação especializada para sua empresa se antecipar, planejar e adaptar seus processos com segurança.
Com o Go BPO Fiscal, sua empresa conta com apoio na apuração de tributos, cumprimento de obrigações acessórias, revisão de documentos fiscais e adequação de processos às novas exigências.
Porque um imposto mal planejado pode comprometer o caixa, e uma apuração incorreta pode custar ainda mais caro.
Pecado é pagar o preço de uma gestão fiscal que não acompanha as mudanças!



